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Quais são as anomalias construtivas e riscos ocultos mais comuns em edifícios?

  • 6 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

Porque é importante identificar anomalias e riscos ocultos?

Um edifício pode aparentar bom estado, mas esconder falhas graves que só se revelam com o tempo, e com custos significativos.

A due diligence técnica é o processo que permite detetar essas anomalias antes da compra, evitando que o comprador herde problemas estruturais, construtivos ou de manutenção.


Na ImoVeritas, realizamos inspeções técnicas baseadas em metodologia RICS/SCSI, complementadas com ensaios e medições que permitem identificar patologias ocultas sem recorrer a demolições.



Quais são as anomalias estruturais mais frequentes?


  1. Fissuração estrutural – rachaduras em vigas, pilares e paredes portantes, frequentemente causadas por assentamentos diferenciais ou deformações.

  2. Corrosão de armaduras – em betão armado, devido à penetração de humidade e dióxido de carbono (carbonatação).

  3. Degradação de fundações – em edifícios antigos com solos instáveis ou drenagem deficiente.

  4. Danos por vibrações – próximos de vias rodoviárias ou ferroviárias.


Estes problemas comprometem a estabilidade do edifício e exigem análise detalhada. Nos relatórios da ImoVeritas, classificamos cada situação por gravidade (leve, moderada, severa, crítica) e apresentamos soluções de reparação compatíveis com normas portuguesas e europeias.



Quais são as patologias mais comuns em fachadas e coberturas?


  • Fachadas com fissuras e delaminação de revestimentos, provocadas por retrações térmicas e falta de juntas de dilatação.

  • Infiltrações em coberturas planas, devido a falhas de impermeabilização, juntas abertas, drenos entupidos ou envelhecimento de membranas.

  • Degradação de caixilharias e pontes térmicas, que reduzem conforto térmico e aumentam consumo energético.

  • Oxidação de elementos metálicos (guardas, varandins, estruturas expostas).


Cada uma destas anomalias tem impacto direto na durabilidade do edifício e no custo de manutenção.



Quais são as anomalias mais comuns em interiores?


Nos espaços interiores é frequente detetar:

  • Humidades ascendentes em paredes térreas e caves;

  • Eflorescências salinas em pavimentos e paredes;

  • Revestimentos soltos ou fissurados;

  • Ventilação insuficiente em cozinhas e casas de banho;

  • Condensações em janelas e tetos;

  • Fugas nas redes de águas e esgotos;

  • Instalações elétricas fora de norma (RGIE).


Estas falhas afetam o conforto e podem originar danos materiais ou riscos de segurança elétrica.



Como são detetados os riscos ocultos?


A ImoVeritas utiliza técnicas de diagnóstico não destrutivo:

  • Termografia infravermelha – identifica infiltrações e perdas térmicas;

  • Medição de humidade por capacitância ou resistência elétrica;

  • Deteção ultrassónica – avaliação de espessuras e delaminações;

  • Inspeção endoscópica – observação de cavidades e zonas ocultas.


Estas metodologias permitem localizar falhas sem recorrer a demolições, poupando tempo e recursos.



Porque é importante a manutenção preventiva?

Grande parte das anomalias resulta de falta de manutenção.

A ausência de inspeções periódicas agrava pequenas patologias até se tornarem problemas estruturais.

A due diligence técnica identifica não só falhas existentes, mas também áreas de risco futuro, recomendando medidas de prevenção.



Conclusão


As anomalias construtivas e riscos ocultos são inevitáveis ao longo da vida útil de um edifício, mas podem e devem ser identificados a tempo.

A due diligence técnica transforma a inspeção em conhecimento e o risco em decisão.

Na ImoVeritas, analisamos cada detalhe com rigor, fornecendo ao comprador informação técnica clara, imparcial e útil para proteger o seu investimento.

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